quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Google está oferecendo US$ 1 milhão para quem conseguir hackear o Chrome


Quem entende o mínimo de programação sabe que nenhum software é concebido absolutamente sem falhas no código. Ainda mais em programas complexos, como navegadores ou sistemas operacionais. As brechas de segurança são inevitáveis. Cabe à desenvolvedora, então, após o lançamento da versão final do produto, continuar aperfeiçoando o software com atualizações. Muitas vezes, tais upgrades consistem apenas em correções de segurança. Alguma falha foi encontrada e os desenvolvedores, para evitar que pessoas mal intencionadas a explorem, lançam um patch de segurança fechando tal brecha.
Nos EUA acontece um evento hacking bastante conhecido, chamado de Pwn2Own. Nele, vários hackers talentosos se reúnem para procurar exploits nos principais navegadores do mercado. No ano passado, o Safari e o Internet Explorer foram os que mais sofreram nas mãos dos hackers. Foram invadidos o maior número de vezes. O Google Chrome, por sua vez, nunca foi invadido durante os seis anos desta competição. Essa “invencibilidade”, apesar de ser boa por um lado, é ruim por outro.
Fonte: guiadopc.com.br

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